Por Superesportes
A ausência do lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro até mesmo no banco de reservas no empate por 0 a 0 do Sport com o Guarany de Sobral, no último domingo, teve uma razão. O atleta sofreu um estresse no ligamento do joelho esquerdo e só voltará a ficar à disposição, possivelmente, no clássico com o Náutico, no próximo domingo, na Arena Pernambuco.
"Foi apenas um estresse no joelho. É como se tivesse esticado e voltado para o lugar. Mas não foi nada grave. Ele está em tratamento e logo estará recuperado. Deverá ficar à disposição de Geninho para o jogo com o Náutico", disse o médico rubro-negro Hamilton Crócia, que estava de plantão na Ilha do Retiro, na manhã desta segunda-feira.
Para a vaga de Cordeiro, o técnico Geninho deverá manter Igor como titular. O treinador elogiou a primeira participação do atleta de 21 anos, emprestado pelo Corinthians, como titular do Sport.
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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Ailton volta a sentir e Geninho tem que repensar escalação do Sport
Por SuperEsportes
O técnico Geninho contava com o retorno do meia Ailton, que havia se recuperado de lesão, para montar o time que enfrenta o São Caetano, sábado, na Ilha do Retiro. O jogador até iniciou o treino com bola desta quarta-feira, mas não suportou e deixou a movimentação antes da metade. Embora ainda vá ser reavaliado, o próprio treinador reconheceu que dificilmente poderá contar com ele, tendo que mudar seus planos.
Ailton passou um longo período em recuperação de uma lesão muscular e havia sido liberado pelo departamento médico e físico. O treino desta quarta-feira serviria para confirmar se o jogador estava mesmo pronto para voltar a jogar, mas ele não passou no teste. Ele voltou a sentir um incômodo, pedindo para deixar o gramado. O meia ainda será reavaliado e só será considerado por Geninho para a partida se conseguir treinar na quinta e na sexta-feira.
“Eu contava bastante com o Ailton (para montar o time), mas vou ter que trabalhar sem ele. Acho difícil que ele tendo sentido hoje (quarta-feira) tenha condição de ir para o jogo. Vai depender de como ele chegar para amanhã (quinta-feira). Se trabalhar na quinta e na sexta, volta a ser opção. Mesmo assim, pelo que conheço do jogador, acho difícil isso acontecer”, contou Geninho.
Sem Ailton, Geninho muda os planos, mas, pelo menos, terá muitas opções para montar a equipe. Ele ganhou o retorno de três jogadores que não vinham atuando, que pode ganhar uma vaga no time: Tobi, Pereira e Felipe Azevedo. Por enquanto, o treinador não antecipa o que pretende fazer, mas revelou que vai testar as possibilidades num coletivo que realizará nesta quinta-feira. “Ganhei muitas oções o que é bom. Tenho amanhã (quinta-feira) à tarde para treinar e vou testar as opções que tenho num coletivo. Vou tentar colocar as ideias que tenho e ver como as coisas acontecem. Dentre essas possibilidades, vou escolher uma para o jogo de sábado”, explicou Geninho.
O técnico Geninho contava com o retorno do meia Ailton, que havia se recuperado de lesão, para montar o time que enfrenta o São Caetano, sábado, na Ilha do Retiro. O jogador até iniciou o treino com bola desta quarta-feira, mas não suportou e deixou a movimentação antes da metade. Embora ainda vá ser reavaliado, o próprio treinador reconheceu que dificilmente poderá contar com ele, tendo que mudar seus planos.
Ailton passou um longo período em recuperação de uma lesão muscular e havia sido liberado pelo departamento médico e físico. O treino desta quarta-feira serviria para confirmar se o jogador estava mesmo pronto para voltar a jogar, mas ele não passou no teste. Ele voltou a sentir um incômodo, pedindo para deixar o gramado. O meia ainda será reavaliado e só será considerado por Geninho para a partida se conseguir treinar na quinta e na sexta-feira.
“Eu contava bastante com o Ailton (para montar o time), mas vou ter que trabalhar sem ele. Acho difícil que ele tendo sentido hoje (quarta-feira) tenha condição de ir para o jogo. Vai depender de como ele chegar para amanhã (quinta-feira). Se trabalhar na quinta e na sexta, volta a ser opção. Mesmo assim, pelo que conheço do jogador, acho difícil isso acontecer”, contou Geninho.
Sem Ailton, Geninho muda os planos, mas, pelo menos, terá muitas opções para montar a equipe. Ele ganhou o retorno de três jogadores que não vinham atuando, que pode ganhar uma vaga no time: Tobi, Pereira e Felipe Azevedo. Por enquanto, o treinador não antecipa o que pretende fazer, mas revelou que vai testar as possibilidades num coletivo que realizará nesta quinta-feira. “Ganhei muitas oções o que é bom. Tenho amanhã (quinta-feira) à tarde para treinar e vou testar as opções que tenho num coletivo. Vou tentar colocar as ideias que tenho e ver como as coisas acontecem. Dentre essas possibilidades, vou escolher uma para o jogo de sábado”, explicou Geninho.
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Ailton volta a treinar no Sport após se recuperar de lesão: 'Estou voltando'
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| Foto: Lucas Liausu |
Desde que foi anunciado como novo treinador do Sport - no dia 13 de setembro - Geninho terá pela primeira vez uma semana cheia para poder trabalhar o elenco rubro-negro. Os atletas só entram em campo no próximo sábado, contra o São Caetano. Nesta segunda-feira, o técnico fez apenas um treino físico no campo auxiliar da Ilha do Retiro e a maior novidade foi a presença do meia Ailton. O atleta iniciou a transição física após se recuperar de uma lesão na coxa esquerda.
- Estou voltando - disse, sorridente, Ailton ao pisar no gramado.
Ao seu lado, o atacante Diego Maurício - que estava com um endema na coxa direita - também fez trabalhos físicos com bola, auxiliado pelo preparador físico Guilherme Ferreira. Tanto Ailton como Diego devem ser liberados para trabalhar com o elenco ainda nesta semana. Quem não atuou na partida contra o ASA no último sábado, também treinou fisicamente. Entre eles, os zagueiros Tobi e Pereira.
O atacante Neto Baiano e o atacante Felipe Azevedo, que sofreu uma distensão muscular e não encara o São Caetano, fizeram trabalhos na academia do clube. O goleiro Saulo, que foi titular na vitória sobre o ASA por 2 a 1, não treinou. Ele sentiu um cansaço muscular e se tratou no vestiário, mas deve ser liberado para treinar normalmente nos próximos dias.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Sport: Geninho perde F. Azevedo por 15 dias, mas ganha dois zagueiros
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| Foto: Aldo Carneiro |
O Sport não vai contar com o atacante Felipe Azevedo pelas próximas duas partidas (ASA e São Caetano). De acordo com o médico Amilton Crócia, o atleta - que sofreu uma distensão muscular na coxa esquerda e não enfrentou o Libertad pela Sul-Americana - não tem condições de jogo e vai ficar no departamento médico por cerca de duas semanas.
- O Felipe Azevedo ainda está no departamento médico. No último treino antes de enfrentarmos o Libertad, ele sentiu uma dor na coxa. Com isso, vai ficar de dez a 15 dias fora e só deve ser liberado para o jogo contra o Ceará (no dia 9 de novembro, na Arena Castelão) - explicou Amilton Crócia.
Já o meia Ailton, com distensão na coxa esquerda e o atacante Diego Maurício, com um endema na coxa direita, só devem ser liberados para a transição física na próxima segunda-feira e também não enfrentam o ASA-AL neste sábado.
Em compensação, o técnico Geninho pode contar com os zagueiros Tobi (que se recuperou de uma pancada na cabeça sofrida na partida diante do Avaí, na Ressacada) e Pereira (também recuperado de uma distensão muscular). Os dois treinaram normalmente nesta quinta-feira e estão liberados pelo departamento médico.
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Recém-contratado, Vinícius Simon deixou o treino após sofrer pancada na perna
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| Foto: Elton de Castro |
Tinha tudo para ser um treino tranquilo, já que o Sport só volta a jogar daqui a uma semana, contra o Oeste. O técnico Marcelo Martelotte aproveitava para fazer um trabalho de conjunto com o grupo. Num lance despretensioso, Vinícius Simon dividiu uma bola com o também zagueiro Oswaldo e levou a pior. A pancada foi na parte lateral da perna, um pouco abaixo do joelho.
Vinícius ainda será melhor avaliado pelo departamento médico que informou que, inicialmente, a situação do jogador não preocupa, apesar de a pancada ter sido forte e a dor grande. O médico Antônio Bezerra contou que o jogador deixou o vestiário andando e que a forte dor na hora foi em virtude do local da contusão, por onde passe o nervo ciático. Ele acredita que o zagueiro deva se recuperar logo e que não houve nada mais sério, como uma contusão no joelho.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Afastado há dois meses, Roger pede calma para voltar ao time do Sport
O atacante Roger está bem perto de vestir novamente a camisa do Sport em um jogo oficial. Depois de sofrer uma fratura no pé direito e passar por cirurgia, o jogador voltou aos treinos e se prepara para entrar em campo quando a Série B retornar. Entretanto, apesar de a expectativa ser grande, o atleta pediu cautela.
- É cedo ainda para falar quando vou entrar em campo. Vamos ver como vou me sentir, se não terei mais dores durante os próximos 15 dias. É preciso ir com calma, sem precipitação.
Roger ainda não sabe se estará em campo para a reestreia do Sport na Série B, dia 6 de julho, contra o Joinville. Por enquanto, se apega ao fato de poder voltar a treinar com bola.
- Estou me sentindo bastante motivado, ainda mais porque passei um longo tempo sem poder treinar, devido a uma lesão nova na minha carreira. Estou muito feliz com essa volta e espero jogar logo.
Sobre a possibilidade de retirar um parafuso colocado no pé fraturado para segurar o osso, o atacante afirmou que o departamento médico do clube ainda não decidiu quando realizará o processo. Caso retire a estrutura nos próximos dias, Roger deve perder os últimos treinos antes do retorno da Série B.
- Ainda não sei quando vou retirar. Sei que posso ficar com ele (parafuso) até dezembro, existe esse tempo. Vou conversar com os médicos ainda para saber o momento certo. Quem decide isso são eles.
- É cedo ainda para falar quando vou entrar em campo. Vamos ver como vou me sentir, se não terei mais dores durante os próximos 15 dias. É preciso ir com calma, sem precipitação.
Roger ainda não sabe se estará em campo para a reestreia do Sport na Série B, dia 6 de julho, contra o Joinville. Por enquanto, se apega ao fato de poder voltar a treinar com bola.
- Estou me sentindo bastante motivado, ainda mais porque passei um longo tempo sem poder treinar, devido a uma lesão nova na minha carreira. Estou muito feliz com essa volta e espero jogar logo.
Sobre a possibilidade de retirar um parafuso colocado no pé fraturado para segurar o osso, o atacante afirmou que o departamento médico do clube ainda não decidiu quando realizará o processo. Caso retire a estrutura nos próximos dias, Roger deve perder os últimos treinos antes do retorno da Série B.
- Ainda não sei quando vou retirar. Sei que posso ficar com ele (parafuso) até dezembro, existe esse tempo. Vou conversar com os médicos ainda para saber o momento certo. Quem decide isso são eles.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Ainda sem assinar com o Sport, Patric é vetado de treino pelo DM
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| Foto: Lucas Liausu |
De acordo com o médico rubro-negro Antônio Bezerra, o jogador, que ainda não assinou contrato por conta da demorada da documentação, sentiu uma leve dor muscular por conta do alto esforço nos treinos.
- Patric se doa bastante, trabalha com muita intensidade. Por isso sentiu essa dor muscular, uma mialgia na panturrilha esquerda, e ficou trabalhando com a fisioterapia na piscina do hotel. Mas não preocupa.
Já o atacante Felipe Azevedo, acometido de uma virose, só participou de um dois toques no início dos trabalhos. Depois foi poupado. A sequência do treino foi dedicada às finalizações. O técnico Marcelo Martelotte realizou um trabalho de cruzamentos na área e, por fim, colocou os jogadores para repetir cobranças de pênalti.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Glórias no Sport, gols decisivos e fim de carreira precoce: Irani relembra passado
A casa espaçosa mas modesta, encravada numa das ruas de areia do bairro da Várzea, dá poucas indicações das glórias passadas. O corpanzil que agora Irani tem de levar consigo a toda parte também não depõe a seu favor. Para um observador pouco treinado - e sem dispor de informação prévia- é difícil detectar que aquele homem simpático de 37 anos, com visível sobrepeso, foi um jogador profissional. De títulos. De conquistas. De sucesso. O ex-atacante do Sport teve tudo isso. Sua carreira foi construída na Ilha do Retiro, onde atuou de 93 a 2001. Houve uma saída no período, em 97, quando rodou por Internacional (RS) e Guarani (SP), apenas para voltar ao Recife no ano seguinte. Ele foi um dos expoentes de uma geração de ouro que todo torcedor rubro-negro adora não conseguir esquecer.
O lugar onde mora com a mãe - "Para não deixá-la sozinha, depois que Deus levou meu pai"- não chega a ser um santuário do Sport. Quando o visitante entra pelo grande portão por onde passam os carros, vê, quase imediatamente, um pôster com antigas fotos de Irani, sobre fundo vermelho e preto, encimadas pela inscrição: "Sou Sport". Não há muito mais que isso. O que quase ninguém sabe é que o preto da imagem poderia ser substituído pelo branco. Porque Irani quase despontou no Náutico. "Eu comecei a jogar lá. O problema é que, em três meses, ninguém tinha nem me pedido a identidade. Depois de um trein, eu voltei de carona com um amigo que morava por aqui e sempre me chamava para o Sport. Quem estava dirigindo era um diretor do Leão, e eu nem sabia. Quando cheguei em casa, eles me ofereceram um contrato e uma ajuad de custo. No começo, eu não queria ir. Já tinha feito amigos no Náutico. Mas acabei aceitando".
Não dá para imaginar como seria sua carreira com o Náutico. Ele poderia ter conseguido título e sucessos. Mas o terreno das previsões é pantanoso. Atendo-se à realidade, é justo dizer que a decisão pelo Sport foi acertada. Ele lembra com carinho da equipe - multicampeã local. "Minha carreira começou a despontar em 94, quando a gente foi campeão da Copa do Nordeste. Aquele time da gente era muito bom. Nós já entrávamos na partida com confiança, sabendo o que fazer para vencer. Era duro derrotar a gente", lembra.
Irani nem precisa consultar seu acervo de recordações para decretar qual foi seu melhor momento com o Sport. A resposta vem fácil, como se na ponta da língua. "Foi 1998. Na final do Pernambucano, a gente venceu o Porto por 2 x 0 com dois gols meus, numa Ilha lotada. Foi um dos melhores momentos da minha carreira". A informação dele é interessante - mas incompleta. A bem da verdade, o estádio não estava lotado. Estava superlotado. Numa época em que conforto e segurança ainda não haviam tornado-se obsessões, exatos 56.875 rubro-negros tiveram de se espremer para ver os tentos decisivos do ex-jogador. Literalmente. Muitos deles só puderam assistir aos lances de lado.
A carreira dele, contudo, não teve apenas passagens felizes. Houve momentos de tristeza e dor. Um deles especialmente definitivo - que fez Irani encerrar a carreira com precoces 27 anos. "Eu tive lesões nos dois joelhos. Não conseguia mais jogar. Muita gente falava que eu deveria continuar, que eu poderia até enganar alguns clubes, mas eu não queria isso. E, por isso, acabei encerrando a carreira". A decisão não foi fácil. Nunca é. "Foi um desafio. Todo jogador passa por isso. Pensei: 'O que é que eu vou fazer agora?'", indagou-se.
As dúvidas sobre o futuro não o impediram de pendurar as chuteiras. No primeiro momento, Irani decidiu dar um tempo, curtir a família. Mas ele não conseguira acumular dinheiro suficiente para garantir um futuro confortável sem esforço. Em pouco tempo, teve de voltar ao batente. Sem qualificação profissional, uma vez que, como todo atleta, foi obrigado a abandonar os estudos para se dedicar integralmente à bola, fez de tudo um pouco. Até marmita teve de entregar. De Kombi. Hoje, não trabalha mais. Vive com os rendimentos de três alugueis de imóveis que possui na cidade. "Graças a Deus, meus pais sempre me ajudaram, desde novo, e eu nunca passei dificuldade. Mas o padrão é outro. Não posso mais comprar as coisas que comprava na época de jogador, claro. Nem fazer o que eu fazia", diz.
A condição financeira não é a mesma, mas o bom humor permanece. Questionado sobre um possível retorno ao meio do futebol, ele pensa em reeditar uma antiga e exitosa parceira. "Quem sabe, se Leonardo virar treinador, ele não me chama para ser assistente...", diverte-se. Poderia até não dar certo, mas que as boas lembranças alegrariam milhares de torcedores pernambucanos, não há a mais remota dúvida.
O lugar onde mora com a mãe - "Para não deixá-la sozinha, depois que Deus levou meu pai"- não chega a ser um santuário do Sport. Quando o visitante entra pelo grande portão por onde passam os carros, vê, quase imediatamente, um pôster com antigas fotos de Irani, sobre fundo vermelho e preto, encimadas pela inscrição: "Sou Sport". Não há muito mais que isso. O que quase ninguém sabe é que o preto da imagem poderia ser substituído pelo branco. Porque Irani quase despontou no Náutico. "Eu comecei a jogar lá. O problema é que, em três meses, ninguém tinha nem me pedido a identidade. Depois de um trein, eu voltei de carona com um amigo que morava por aqui e sempre me chamava para o Sport. Quem estava dirigindo era um diretor do Leão, e eu nem sabia. Quando cheguei em casa, eles me ofereceram um contrato e uma ajuad de custo. No começo, eu não queria ir. Já tinha feito amigos no Náutico. Mas acabei aceitando".
Não dá para imaginar como seria sua carreira com o Náutico. Ele poderia ter conseguido título e sucessos. Mas o terreno das previsões é pantanoso. Atendo-se à realidade, é justo dizer que a decisão pelo Sport foi acertada. Ele lembra com carinho da equipe - multicampeã local. "Minha carreira começou a despontar em 94, quando a gente foi campeão da Copa do Nordeste. Aquele time da gente era muito bom. Nós já entrávamos na partida com confiança, sabendo o que fazer para vencer. Era duro derrotar a gente", lembra.
Irani nem precisa consultar seu acervo de recordações para decretar qual foi seu melhor momento com o Sport. A resposta vem fácil, como se na ponta da língua. "Foi 1998. Na final do Pernambucano, a gente venceu o Porto por 2 x 0 com dois gols meus, numa Ilha lotada. Foi um dos melhores momentos da minha carreira". A informação dele é interessante - mas incompleta. A bem da verdade, o estádio não estava lotado. Estava superlotado. Numa época em que conforto e segurança ainda não haviam tornado-se obsessões, exatos 56.875 rubro-negros tiveram de se espremer para ver os tentos decisivos do ex-jogador. Literalmente. Muitos deles só puderam assistir aos lances de lado.
A carreira dele, contudo, não teve apenas passagens felizes. Houve momentos de tristeza e dor. Um deles especialmente definitivo - que fez Irani encerrar a carreira com precoces 27 anos. "Eu tive lesões nos dois joelhos. Não conseguia mais jogar. Muita gente falava que eu deveria continuar, que eu poderia até enganar alguns clubes, mas eu não queria isso. E, por isso, acabei encerrando a carreira". A decisão não foi fácil. Nunca é. "Foi um desafio. Todo jogador passa por isso. Pensei: 'O que é que eu vou fazer agora?'", indagou-se.
As dúvidas sobre o futuro não o impediram de pendurar as chuteiras. No primeiro momento, Irani decidiu dar um tempo, curtir a família. Mas ele não conseguira acumular dinheiro suficiente para garantir um futuro confortável sem esforço. Em pouco tempo, teve de voltar ao batente. Sem qualificação profissional, uma vez que, como todo atleta, foi obrigado a abandonar os estudos para se dedicar integralmente à bola, fez de tudo um pouco. Até marmita teve de entregar. De Kombi. Hoje, não trabalha mais. Vive com os rendimentos de três alugueis de imóveis que possui na cidade. "Graças a Deus, meus pais sempre me ajudaram, desde novo, e eu nunca passei dificuldade. Mas o padrão é outro. Não posso mais comprar as coisas que comprava na época de jogador, claro. Nem fazer o que eu fazia", diz.
A condição financeira não é a mesma, mas o bom humor permanece. Questionado sobre um possível retorno ao meio do futebol, ele pensa em reeditar uma antiga e exitosa parceira. "Quem sabe, se Leonardo virar treinador, ele não me chama para ser assistente...", diverte-se. Poderia até não dar certo, mas que as boas lembranças alegrariam milhares de torcedores pernambucanos, não há a mais remota dúvida.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Reinaldo e Érico Jr. se machucam e deixam treino do Sport mais cedo
No primeiro dia de treinamento após a perda do título estadual para o Santa Cruz, más notícias na Ilha do Retiro. Primeiro, após uma jogada de velocidade, o atacante Érico Júnior levou a mão ao joelho esquerdo e, reclamando de dores, deixou o treino mais cedo.
Segundo o departamento médico do Sport, o jogador, que tem tendinite, sofreu uma dor no tendão do joelho esquerdo. Então, foi poupado pelo restante do treinamento. Logo depois, aos berros, o lateral-esquerdo Reinaldo também foi ao chão.
Após um cruzamento do atacante Gilsinho, a bola explodiu na ponta do pé esquerdo de Reinaldo e ocasionou uma leve torção. Com o tornozelo inchado, o lateral-esquerdo ainda tentou continuar, mas achou melhor fazer um tratamento com gelo.
- Piso com um pouco de dificuldade, mas acho que já vou estar bem para treinar normalmente durante a semana. Está um pouco inchado, mas está tudo certo - falou Reinaldo.
Segundo o departamento médico do Sport, os jogadores serão reavaliados para saberem se vão reunir condições de treinar nesta quarta-feira.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Exame confirma fratura e Roger fica fora de ação por até três meses
Um exame realizado na manhã desta segunda-feira confirmou a fratura no quinto metatarso do pé direito de Roger. O atacante, que deve ser operado ainda esta semana, desfalcará o Sport pelo restante do Pernambucano. De acordo com o departamento médico, a fratura já era conhecida, mas após uma análise dos riscos, decidiu-se que o atleta tentaria terminar o Estadual antes da cirurgia. A previsão é de que o atleta só volte aos gramados entre 60 e 90 dias.
De acordo com o chege do DM leonino, o médico Stemberg Vasconcelos, Roger sofreu uma fratura por estresse, constatada há algumas semanas. “É uma lesão relativamente comum no futebol. Algumas vezes, ocorre pela repetição de esforço”, comentou. Vasconcelos esclareceu ainda que não havia motivos para temer o agravamento do quadro. “Decidimos, em conjunto, que valia a pena ele continuar jogando. A maior preocupação era com a dor, mesmo. Combinamos que quando estivesse incomodando demais ele pararia”, argumentou.
E foi justamente isso que ocorreu no Clássico das Multidões do último domingo. Num lance isolado, o atleta pisou de mal jeito e não conseguiu seguir no jogo, deixando o time com um homem a menos pelo fato de Sérgio Guedes ter feito as três substituições. “Infelizmente, ele não conseguirá terminar o Estadual. Estamos resolvendo apenas os trâmites burocráticos para realizarmos a cirurgia”, lamentou Stemberg. “A expectativa é de que ele volte a jogar dentro de dois e três meses.”
Stemberg revelou ainda que Roger vinha jogando com dores há algumas partidas, mas garantiu que a decisão de adiar a operação não agravou a lesão. “De qualquer forma, ele precisaria passar pela cirurgia e o tempo de recuperação seria exatamente o mesmo”, destacou.
A disputa pela vaga de Roger promete ser acirrada na Ilha do Retiro. Ainda não se sabe se Sérgio Guedes optará por Marcos Aurélio ou Mateus Lima. O primeiro tem sido acionado com mais frequência, como opção para o decorrer da partida, mas o segundo possui características mais parecidas com o titular.
domingo, 14 de abril de 2013
Do céu ao inferno: Roger marca, mas fratura pé e vira problema no Sport
O técnico Sérgio Guedes ganhou um importante desfalque para a semifinal do Pernambucano. De acordo com o médico do Sport, Leonardo Monteiro, o atacante Roger, que deixou o clássico sentindo dores no pé direito, tem suspeita de fratura e está fora do duelo contra o Ypiranga.
- Roger sentiu um dor muito forte e existe uma suspeita que o atleta tenha fraturado a continuação do dedo mindinho, que na realidade se chama metatarso. Com isso, ele certamente é desfalque para o primeiro jogo da semifinal. Mas ainda vamos realizar um exame de imagem para saber a gravidade da lesão.
Embora não tenha confirmado a lesão mais grave, o médico do clube disse que são poucas as esperanças do atleta ser usado durante o restante do Pernambucano, uma vez que a recuperação de uma fratura dura cerca de 60 dias.
- A tendência é que ele tenha fraturado. Não podemos falar antes do exame, mas é provável que isso tenha acontecido. Caso se confirme, o atleta passará de 60 a 90 dias de tratamento.
De acordo com Leonardo Monteiro, o atleta fará um exame na manhã desta segunda-feira para definir o grau da lesão.
- Com ainda está bem inchado, nós vamos deixar para avaliá-lo melhor na segunda-feira. Só após o exame vamos poder definir o tratamento e o tempo de recuperação.
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Rodriguinho já participa de coletivo no Sport
As atividades desta segunda-feira (25) foram marcadas por treino regenerativo para os jogadores do Sport que atuaram por pelo menos um tempo no empate contra o Ypiranga. Já os demais atletas do elenco profissional atuaram em um treinamento coletivo diante do sub-20 leonino. A boa surpresa foi a presença do Camisa 8, Rodriguinho, que se recuperou de lesão na coxa direita e está no processo de fortalecimento muscular.
Rodriguinho passou por quase todo processo de recuperação da lesão na coxa. Agora, o atleta está fazendo fortalecimento muscular. ?É muito ruim ficar parado. Estou bem contente com o teino de hoje. Corri, chutei, dei passes e não senti nada?, disse o volante rubro-negro. A príncipio o atleta ficaria em campo por 20 minutos, entretanto o jogador se movimentou bem, sem sentir dores e atuou por 40 minutos.
Outro jogador rubro-negro que está perto de voltar a jogar é, o também volante, Renan Teixeira. O jogador sofreu uma ruptura no ligamento anterior cruzado do joelho esquerdo. As etapas de cirurgia e fisioterapia foram bem sucedidas. Renan, inclusive, já está treinando com bola.
O treinamento desta terça-feira será às 15h30 na Ilha do Retiro.
sábado, 9 de março de 2013
Sandrinho segue com dores na coxa e está fora do jogo contra Porto-PE
O técnico interino Gustavo Bueno ganhou mais um problema para a partida contra o Porto, às 16h deste domingo, na Ilha do Retiro. Além das crises instaladas com a saída de Vadão e com as declarações do presidente Luciano Bivar, revelando que pagou um lobista para conseguir a convocação de Leomar pela Seleção, ele não poderá contar com Sandrinho, escolhido para formar a dupla de ataque com Roger.
O atacante não se recuperou das dores na coxa esquerda e está vetado pelo departamento médico para a partida do domingo. Felipe Azevedo, que havia perdido a vaga no time, atuou entre os titulares no treinamento deste sábado e será o substituto.
De acordo com o médico Amilton Crócia, o atleta passará por um tratamento intensivo durante os próximos dias e deverá voltar aos trabalhos na próxima semana.
- Sandrinho continua sentindo dores na coxa e não podemos colocá-lo na partida. Não é algo grave, mas vamos realizar um tratamento mais intenso para que ele se reapresente na segunda-feira e nós possamos ver se ele poderá voltar ao trabalho.
Quem também foi vetado pelo Departamento Médico foi o volante Rodriguinho, que estava relacionado para a partida. O atleta, que foi contratado em janeiro e ainda não estreou pelo Sport, voltou a sentir a coxa direita e teve que ser cortado da lista.
Ainda de acordo com o médico rubro-negro, o volante também deverá se reapresentar na segunda-feira e a tendência é que ele volte a trabalhar normalmente.
- Rodriguinho sentiu a coxa direita e também necessitará de um tratamento mais especifico, para que na próxima semana esteja de volta.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Sandrinho sente dores na coxa e vira dúvida para o jogo contra o Porto
Apesar de ter sido escolhido pelo técnico interino, Gustavo Bueno, para ser o companheiro de Roger no ataque do Sport, para o duelo contra o Porto, no próximo domingo, às 16h, na Ilha do Retiro, Sandrinho pode desfalcar a equipe leonina. O jogador sentiu dores na coxa esquerda, durante o treinamento desta sexta-feira, e virou dúvida para a partida.
- Optamos por colocar Sandrinho na equipe porque ele tem velocidade e pode jogar mais aberto pelas laterais. Porém, ele sentiu a coxa e acabou virando dúvida. Caso ele não jogue, Felipe Azevedo volta ao time.
Segundo o médico do clube, Paulo Girão, a lesão de Sandrinho não é grave. No entanto, o atleta terá que ser reavaliado no sábado, para saber se poderá entrar em campo.
- Sandrinho reclamou de um desgaste muscular, mas não acredito que seja algo grave. Vamos esperar ele descansar o resto do dia e veremos a recuperação do jogador no treinamento.
Interino explica mudança
Otimista em poder contar com Sandrinho para o jogo contra o Porto, Gusvato Bueno explicou a opção por escalar o jogador na vaga de Felipe Azevedo.
- Foi uma opção tática. A idéia é centralizar Fábio Bahia, para proteger mais a segunda bola, e Sandrinho entra para acelerar. Tínhamos que optar por um dos atacantes de lado e escolhemos por levar Sandrinho. Quando as coisas não estão encaixadas, a tendência é que existam mudanças.
Ainda segundo o técnico interino, a mudança de esquema tático aconteceria mesmo se Vadão tivesse continuado à frente do Sport.
- Essa mudança tática estava sendo conversada com Vadão. Já tínhamos nos falado sobre utilizar cinco jogadores no meio de campo e resolvemos adotar para o jogo contra o Porto. Temos pouco tempo para treinar, mas vamos tentar essa formação.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Rithelly está vetado da partida de volta do Sport contra o Campinense
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| Foto: Guga Matos |
"Rithelly está bem, mas uma contusão deste tipo precisa de cuidados e observação por 48 ou 72 horas. Ele está fora deste jogo. Quando chegar ao Recife é que vamos fazer novos exames", disse o médico do clube, Antônio Bezerra.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Hugo amanhece melhor e sonha com estreia
Menos de 24 horas depois do amistoso contra o Boca Juniors de Sergipe, o meia Hugo já mostra sinais de recuperação. O atleta, sob a supervisão do médico Paulo Girão e do fisioterapeuta Ernesto Baroni, realizou um leve regenerativo na academia do hotel o qual a delegação rubro-negra está hospedada.
O meia sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo, durante o amistoso contra a equipe do Boca Juniors de Sergipe. Ele saiu ainda no comeco do primeiro tempo, dando vaga ao meia Felipe Menezes, que entrou em campo e marcou dois gols na vitória por 4x0 do Sport.
De acordo com o médico Paulo Girão, a rápida recuperação de Hugo já era prevista. "Hugo é um atleta que não costuma se lesionar. Ele fez um tratamento intensivo com nosso fisiterapeuta Ernesto Baroni e hoje já se apresentou bem melhor. Mas ainda vamos realizar uma nova avaliação após as 48 horas, como sempre fazemos em casos de lesão, para definirmos a situação clínica dele".
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Hugo sofre lesão no tornozelo e vira dúvida no Sport para estreia domingo
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| Foto: Elton de Castro |
O amistoso contra o Boca Júnior-SE na tarde desta terça-feira trouxe uma grande dor de cabeça para o técnico Vadão. Isso porque Hugo, que deixou o campo ainda no primeiro tempo após sofrer uma lesão no tornozelo esquerdo, passou a ser dúvida para estreia do Sport na Copa do Nordeste contra o Sousa. A partida será no próximo domingo, às 17h (horário de Brasília) na Paraíba.
De acordo com o médico do clube, Stemberg Vasconcelos, o atleta sofreu uma entorse moderada e será reavaliado na próxima quinta-feira.
- O tornozelo está um pouco inchado, mas nada muito grave. Temos que esperar até a próxima quinta-feira, quando faremos uma reavaliação. Até porque lesão no tornozelo é muito traiçoeira. Às vezes você pensa que vai dar e não recupera ou o contrário.
Embora ainda queira esperar pela segunda avaliação, o médico acredita que Hugo tem boas chances de estar em campo na estreia do Sport na Copa do Nordeste.
- A princípio, creio que as chances dele são boas porque ainda temos um bom tempo até o domingo.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Após dois meses afastado, Magrão comemora retorno ao time do Sport
Aos poucos, o goleiro Magrão vai recuperando a forma física perdida ao se lesionar na reta final do Brasileirão. Após mais de dois meses afastado do time, devido a um problema muscular na coxa, o atleta comemorou o fato de não ter sentido nenhuma dor durante o amistoso contra o São Luiz, no último sábado.
- A sensação de jogar foi muito boa. Depois de muito tempo sem atuar, foi bom ter voltado e não sentir dor. Agora, é dar continuidade para ter um ano mais tranquilo.
Fisicamente recuperado, Magrão espera que o clube realize mais jogos durante a pré-temporada, para que ele consiga recuperar o ritmo de jogo. O que, de acordo com o goleiro, leva mais tempo para acontecer.
- Não tive dificuldades, mas senti a falta de ritmo. Espero que a gente possa jogar mais vezes, para recuperar o ritmo de jogo e tempo de bola. Mas isso é algo normal no início da temporada.
Feliz com o retorno, o goleiro espera agora que o Sport consiga ter um ano menos turbulento do que 2012, quando acabou sendo rebaixado para a Série B.
- Estamos trabalhando forte para poder dar alegrias aos nossos torcedores. Espero que neste ano nós possamos ter mais tranquilidade e dar mais alegrias aos rubro-negros.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Renan Teixeira rompe o joelho e não joga mais este ano
A terça-feira começou com uma péssima notícia para o técnico Sérgio Guedes. Os exames de imagens realizados no volante Renan Teixeira confirmaram a ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo do atleta, que está fora do Campeonato Brasileiro.
De acordo com o médico Stemberg Vasconcelos, o volante será submetido a uma cirurgia para reconstituir a área lesionada e deverá ficar afastado dos gramados por, pelo menos, seis meses.
- Os exames mostraram uma lesão no ligamento anterior do atleta e, com isso, ele não jogará mais neste ano. Agora, vamos realizar uma cirurgia já na próxima semana, que será feita aqui no Recife.
Renan Teixeira é o segundo atleta do Sport a romper os ligamentos nessa temporada. O primeiro foi o zagueiro Willian Rocha, durante o Campeonato Pernambucano.
Na noite da última segunda-feira, Renan Teixeira foi julgado e punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por ofensas ao árbitro Flávio Guerra após o fim do jogo do Sport com o Atlético-MG no estádio Independência.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Magrão está fora por 10 dias
Como já era esperado, o goleiro Magrão está novamente vetado para a próxima rodada, contra o Bahia. O exame de ressonância do atleta acusou um estiramento muscular de grau 1 e a previsão é que ele fique de fora por mais dez dias. Com isso, Saulo permanece no time. O prata da casa, inclusive, está recuperado das cãibras que sentiu durante boa parte da vitória sobre o Cruzeiro.
"Desde o jogo contra o Flamengo, Magrão vinha sentindo esse incômodo. Não atrapalhava, porém nem tiro de meta ele estava batendo. O estiramento não o impede de jogar, já que ele faz praticamente todos os movimentos sem dor. Mas como goleiro também tem que usar os pés, é um jogador como qualquer outro, ele só irá voltar quase estiver 100%", explicou o médico Antônio Bezerra.
Boas notícias
Mesmo tendo saído no intervalo do jogo sentido dores no joelho operado (que o fez ficar cerca de seis meses longe dos gramados recentemente), o lateral esquerdo Willian Rocha não preocupa para o jogo desta quarta-feira. "Ele sentiu apenas uma dor no joelho, mas é normal pelo campo duro. Uma sobrecarga pode acontecer. Ele está bem e relacionado para esta rodada", disse o médico.
Já o volante Renan Teixeira, depois de desfalcar o Leão nas últimas três rodadas, está recuperado da contusão na posterior da coxa direita e voltará a treinar com bola a partir desta terça-feira. O atleta, então, tem chances de ser relacionado para pegar o Bahia.
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