No primeiro jogo no comando do Sport, Marcelo Martelotte teve cenário positivo: jogou em casa contra uma equipe que, embora tivesse vencido o Leão duas vezes recentemente, não punha muito medo no Rubro-Negro. Nesta sexta-feira, às 21h50, contudo, o teste é mais duro. O time sai do Recife, vai a Florianópolis e enfrenta o Figueirense em seu Orlando Scarpelli. O duelo é válido pela terceira rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.
Os próprios leoninos puseram os catarinenses como favoritos ao acesso. "O Figueirense é um dos adversarios diretos na luta pelo acesso. Pelo treinador, pela qualidade da equipe e pela estrutura do clube. Por isso, é uma partida importante", disse Martelotte. Seu xará Cordeiro endossou a opinião. "Eu coloco o Figueirense como um dos candidatos ao acesso. É um clube bem estruturado e que acabou de vir da Série A", advertiu o lateral-esquerdo. "Uma vitória lá na casa deles, vai trazer uma confiança muito grande para a equipe", completou.
O jogador, por sinal, é a única mudança do time em relação ao que venceu o ABC na última terça-feira. E a alteração é obrigatória. O antigo titular, Reinaldo, deixou o clube e deve se apresentar em breve ao São Paulo. Nas demais posições, os nomes são os mesmos. Isso significa que Maurício, por exemplo, ficará no banco. A defesa titular será composta por Gabriel e Tobi.
O lateral-direito segue sendo Welton. O jovem atleta, volante de origem, não vê problemas em ser improvisado. "Se o time precisar, eu fico até o fim do campeonato nessa posição", disse. O setor de frente também permanece: Lucas Lima, Marcos Aurélio, Felipe Azevedo e Nunes.
Figueirense
A equipe catarinense está bem na competição. Claro que é apenas o início da Série B, mas o time dirigido por Adilson Batista acumula duas vitórias em dois jogos. Suas vítimas foram dois Américas. O do Rio Grande do Norte e o de Minas Gerais.
Como de costume, o técnico Adilson Batista fez mistério e fechou os portões no último treino da equipe antes do jogo. A expectativa é que ele faça uma alteração, já que o volante Ronaldo Tres torceu o tornozelo direito e deixou o treinamento. É dúvida para o duelo contra o Sport.
Batista pode, portanto, mudar apenas as peças ou o esquema todo. Se decidir apenas mudar seis por meia dúzia, tem à disposição os também volantes Nem e Hildo. A outra possibilidade é ele escalar Gerson Magrão na esquerda e deslocar Wellington Saci, ex-Sport, para a criação de jogadas. A dúvida deve permanecer até momentos antes do duelo.
Ficha do Jogo
Figueirense: Ricardo; André Rocha, Douglas Silva, Thiego e Wellington Saci (Gerson Magrão); Willian Magrão, Maylson, Tinga e Gerson Magrão (Wellington Saci); Ricardinho e Rafael Costa. Técnico: Adilson Batista
Sport: Magrão; Welton, Gabriel, Tobi e Marcelo Cordeiro; Renan Teixeira, Rithely, Lucas Lima e Marcos Aurélio; Felipe Azevedo e Nunes. Técnico: Marcelo Martelotte
Local: Orlando Scarpelli; Horário: 21h50; Árbitro: Leandro Junior Hermes (PR); Assistentes: Ivan Carlos Bohn e Diego Grubba Schitkovski (Ambos do PR)
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Diante do Figueirense, Martelotte parte para novo desafio no Sport
O técnico Marcelo Martelotte começou bem a sua trajetória como comandante na Ilha do Retiro. Sob suas ordens, o Sport conquistou a primeira vitória depois de cinco derrotas consecutivas. Dentro de casa, 1 a 0 contra o ABC-RN. Agora, ele parte para um novo desafio no Leão: contra o Figueirense dentro do Orlando Scarpelli, às 21h50 desta sexta-feira. Para Martelotte, o time catarinense é um dos grandes candidatos à ascensão à Série A 2014.
"Pensando em acesso e título, o Figueirense é um adversário direto. A gente entende que por isso, é uma partida muito importante. Mas a equipe do Figueirense está numa situação mais adiantada que a nossa. Tem mais conjunto", comentou o treinador. "Por outro lado, é um adversário que vai sair pro jogo, que vai ser empurrado pela torcida. Então, tem tudo pra ser um jogo mais interessante, do ponto de vista técnico, do que a gente viu na terça feira", acrescentou.
Apesar de ter vencido a primeira partida disputada, Martelotte admite que a equipe ainda não "convenceu" a torcida rubro-negra. De acordo com ele, a vitória sobre o ABC trouxe confiança, mas é preciso ganhar ainda mais para chegar a um bom nível de jogo.
"A gente sabe que ainda estamos distantes de fazer uma partida ideal. Até pela situação que vivíamos antes do jogo com o ABC. Tínhamos a necessidade muito grande de vencer, independentemente de como a vitória viria. A ideia de manter a equipe vem disso, da necessidade que temos de ganharmos confiança, conjunto. A partir daí, começarei a aplicar as mudanças que quero fazer. A gente não vai conseguir chegar ao ideal em duas ou três partidas, mas entendo que a repetição do time ajuda nisso aí", afirmou.
Até a pausa do futebol brasileiro para a Copa das Confederações 2013, o Leão ainda tem quatro compromissos pela Série B - Figueirense e Guaratinguetá fora e Palmeiras e Bragantino na Ilha do Retiro. Martelotte disse que não gosta de projetar metas, tentará pontuar jogo a jogo e, quem sabe, somar até 15 pontos.
"Não costumo fazer contas de pontos a fazer. O objetivo é pontuar o maximo que pudermos. Quero fazer 15 pontos. Temos que pensar jogo a jogo. Ainda temos muitas dificuldades. A conversa que tenho tido com os jogadores é jogo a jogo. A partir daí, vamos pensar no Guaratinguetá e no Palmeiras. Não quero fazer estimativa de aproveitamento. Vamos buscar vitórias em todos os jogos", encerrou.
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Sport fez último treino antes de enfrentar o Figueirense
O treino do Sport Club do Recife desta quinta-feira foi debaixo de muito sol. No gramado principal da Ilha do Retiro, os jogadores fizeram os últimos exercícios antes da terceira rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, diante do Figueirense. O treinamento foi comandado pelo técnico Marcelo Martelotte.
Inicialmente, a comissão técnica e Os jogadores rubro-negros realizaram um treinamento enfatizando o sistema defensivo. Depois disso, treinaram bolas aéreas e algumas cobranças de pênalti, para, em seguida, fazer um "rachão" em campo reduzido.
A novidade ficou por conta da lateral esquerda. No lugar de Reinaldo, que rescindiu contrato com o Sport para assinar com São Paulo, Marcelo Cordeiro ocupou a vaga titular na posição, deixando Renê entre os suplentes.
Enquanto isso, alguns atletas treinaram em separado. Ailson, Mateus Alves, Mateus Lima e Gilsinho - nomes especulados para as futuras listas de dispensa do Leão -, além do recém-contratado George Lucas, não se juntaram aos demais.
Às 14h, o Sport saiu do Aeroporto Internacional dos Guararapes com destino a Florianópolis. O próximo compromisso do clube é diante do Figueirense, às 21h50 da sexta-feira, no estádio Orlando Scarpelli. Depois da vitória dentro de casa, o rubro-negro ocupa a nona colocação da Série B com 3 pontos, empatado com o Atlético-GO e o Guaratinguetá.
Inicialmente, a comissão técnica e Os jogadores rubro-negros realizaram um treinamento enfatizando o sistema defensivo. Depois disso, treinaram bolas aéreas e algumas cobranças de pênalti, para, em seguida, fazer um "rachão" em campo reduzido.
A novidade ficou por conta da lateral esquerda. No lugar de Reinaldo, que rescindiu contrato com o Sport para assinar com São Paulo, Marcelo Cordeiro ocupou a vaga titular na posição, deixando Renê entre os suplentes.
Enquanto isso, alguns atletas treinaram em separado. Ailson, Mateus Alves, Mateus Lima e Gilsinho - nomes especulados para as futuras listas de dispensa do Leão -, além do recém-contratado George Lucas, não se juntaram aos demais.
Às 14h, o Sport saiu do Aeroporto Internacional dos Guararapes com destino a Florianópolis. O próximo compromisso do clube é diante do Figueirense, às 21h50 da sexta-feira, no estádio Orlando Scarpelli. Depois da vitória dentro de casa, o rubro-negro ocupa a nona colocação da Série B com 3 pontos, empatado com o Atlético-GO e o Guaratinguetá.
Martelotte aposta na repetição para dar ritmo ao Sport na Série B
Preocupado em dar padrão tático ao Sport, o técnico Marcelo Martelotte decidiu manter praticamente a mesma escalação que venceu o ABC, para o duelo contra o Figueirense, nesta sexta-feira, em Florianópolis. A única mudança fica por conta da entrada de Marcelo Cordeiro no lugar de Reinaldo, que deixou o clube após acertar com o São Paulo.
Mesmo reconhecendo que o time precisa de ajuste, o treinador rubro-negro acredita que a repetição irá dar mais consistência enquanto as contratações não chegam.
- Nós vamos manter a escalação, pois acredito que a repetição irá nos ajudar. Pois creio que a perfeição vem da repetição. Por isso, prefiro não mudar agora. Sei que existem algumas situações que precisam ser ajustadas.
Com a decisão do treinador, o zagueiro Maurício, que vinha sendo titular, mas cumpriu suspensão contra o ABC, seguirá fora da equipe. Sendo assim, o Sport será escalado com Magrão; Welton, Gabriel, Tobi e Marcelo Cordeiro; Rithely e Renan Teixeira; Marcos Aurélio, Lucas Lima e Felipe Azevedo; Nunes.
Apesar de reconhecer as dificuldades de jogar fora de casa, Martelotte disse que o Sport não mudará o seu estilo de atuar.
- Vamos manter o nosso time. Não tem porque mudar no começo do trabalho. Sabemos das dificuldades, até porque o Figueirense vive um momento mais evoluído. Estão brigando pelas primeiras posições e o trabalho já está atuando junto faz tempo. Mas isso não mudará o nosso estilo.
Embora tenha admitido que o Sport está longe do ideal, o treinador disse que a partida desta sexta faz parte da briga direta pelo acesso.
- Pensando em acesso e pensando em títulos a gente sabe que o jogo é muito importante. Será um confronto direto entre duas equipes que possuem esse objetivo. Sabemos que eles possuem mais conjunto, mas tem tudo para ser o jogo mais técnico do que foi contra o ABC.
A partida está marcada para as 21h50 desta sexta-feira, no estádio Orlando Scarpelli. O Figueirense ocupa a vice liderança com os mesmos 6 pontos do líder Palmeiras. O Sport vem na 9ª colocação, com 3 pontos.
Mesmo reconhecendo que o time precisa de ajuste, o treinador rubro-negro acredita que a repetição irá dar mais consistência enquanto as contratações não chegam.
- Nós vamos manter a escalação, pois acredito que a repetição irá nos ajudar. Pois creio que a perfeição vem da repetição. Por isso, prefiro não mudar agora. Sei que existem algumas situações que precisam ser ajustadas.
Com a decisão do treinador, o zagueiro Maurício, que vinha sendo titular, mas cumpriu suspensão contra o ABC, seguirá fora da equipe. Sendo assim, o Sport será escalado com Magrão; Welton, Gabriel, Tobi e Marcelo Cordeiro; Rithely e Renan Teixeira; Marcos Aurélio, Lucas Lima e Felipe Azevedo; Nunes.
Apesar de reconhecer as dificuldades de jogar fora de casa, Martelotte disse que o Sport não mudará o seu estilo de atuar.
- Vamos manter o nosso time. Não tem porque mudar no começo do trabalho. Sabemos das dificuldades, até porque o Figueirense vive um momento mais evoluído. Estão brigando pelas primeiras posições e o trabalho já está atuando junto faz tempo. Mas isso não mudará o nosso estilo.
Embora tenha admitido que o Sport está longe do ideal, o treinador disse que a partida desta sexta faz parte da briga direta pelo acesso.
- Pensando em acesso e pensando em títulos a gente sabe que o jogo é muito importante. Será um confronto direto entre duas equipes que possuem esse objetivo. Sabemos que eles possuem mais conjunto, mas tem tudo para ser o jogo mais técnico do que foi contra o ABC.
A partida está marcada para as 21h50 desta sexta-feira, no estádio Orlando Scarpelli. O Figueirense ocupa a vice liderança com os mesmos 6 pontos do líder Palmeiras. O Sport vem na 9ª colocação, com 3 pontos.
domingo, 11 de novembro de 2012
Rithely será desfalque em próxima partida do Sport
O próximo compromisso do Sport na Série A já acontecerá no próximo domingo (18) diante do Botafogo na Ilha do Retiro. Para este jogo o Leão não contará com o volante Rithely, que atualmente vem sendo uma peça fundamental do time Rubro-Negro. Ele não vai estar em campo contra a agremiação carioca porque recebeu o terceiro cartão amarelo no duelo com o Figueirense e terá que cumprir suspensão automática. Os candidatos a substituir Rithely são Moacir e Rivaldo.
Quem poderá voltar ao banco de reservas neste confronto com o Botafogo é o meia-atacante Willians, que não teve condições de ser relacionado para jogar contra o Figueirense por conta de uma punição imposta pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A suspensão aconteceu por conta de sua expulsão no final da partida com o Atlético Mineiro, realizada em 14 de outubro (um domingo) na Arena Independência em Belo Horizonte pela 30ª rodada da Série A. Na ocasião o atleta leonino xingou o árbitro do jogo, o paulista Flávio Rodrigues Guerra, que deixou de marcar dois pênaltis legítimos a favor do Sport (o árbitro foi também foi punido, mas pela comissão de arbitragem da CBF).
Elenco do Sport lamenta fato de não ter aproveitado tropeços dos rivais
O abatimento tomou conta dos jogadores do Sport, após o empate contra o Figueirense, por 1 a 1, na noite deste domingo, no Orlando Scarpelli. A irritação dos jogadores se deu pelo fato de ter cedido o empate após sair na frente e não ter aproveitado o tropeço de todos os clubes que lutam contra o rebaixamento para diminuir ainda mais a diferença na tabela. Com o resultado, o Leão foi para 37 pontos, ficando a três de Bahia e Portuguesa, que perderam na rodada.
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| Foto:Cristiano Andujar |
Preocupado com a situação do Rubro-negro na competição, o meio-campo Hugo afirmou que os atletas não podem deixar o lado psicológico interferir no restante da competição.
- Tivemos a oportunidade de vencer o jogo, que estava em nossas mãos. Mas acabamos perdendo algumas chances e vacilamos no gol. Porém, estamos a três pontos e não podemos nos abater agora.
Bastante chateado com o placar, o volante Tobi lamentou o fato de o clube não ter conseguido encostar ainda mais no Bahia e na Portuguesa, que foram derrotados e seguem com 40 pontos.
- Não poderíamos deixar essa oportunidade passar. Tudo deu certo para gente, mas não fizemos a nossa parte. Esse jogo era o jogo das nossas vidas. Tínhamos tudo para ficarmos bem, mas não deu. Mas não vamos abaixar a cabeça, pois se vencermos em casa poderemos sair da zona de rebaixamento.
Sport só joga um tempo, cede empate ao Figueirense e segue na luta contra o rebaixamento
Toda vez que o Sport chega perto de sair da zona de rebaixamento, vacila. Desta vez foi o empate com o Figueirense em Santa Catarina após sair na frente e Bahia, Portuguesa e Palmeiras perderem na rodada. Tudo perfeito não fosse o salto alto sem explicação de um time que vem lutando rodada após rodada para fugir da Série B. Não bastasse a auto-confiança, o time perdeu gols, contou com o goleiro adversário inspirado e um goleiro inseguro que falhou quase do mesmo jeito da partida contra o São Paulo na Ilha em saída de bola desastrada quando levantada na área. O Sport agora está a três pontos de Bahia e Portuguesa e joga as três últimas partidas no Recife, duas seguidas em casa e a última rodada nos Aflitos contra o Náutico.
O jogo
Mesmo com o número de torcedores do Sport quase tão expressivo quanto os do Figueirense no estádio Orlando Scarpelli, o time da casa tentou se aproveitar do fôlego dos primeiros minutos de bola rolando para criar suas chances e acuar o rival. Logo aos cinco minutos, o jovem Bruno Nazário, titular pela primeira vez da equipe praticamente rebaixada para a Série B, recebeu bom passe do improvisado Doriva, mas nem assustou Saulo, bem posicionado no lance.
Na sequência, o meio-campista de 17 anos foi o autor do passe para Aloísio, que driblou o goleiro do Sport, pediu pênalti, mas teve assinalado apenas o impedimento antes de receber o passe. Ainda pressionando, o Figueira criou boa chance com Guilherme Lazaroni, que lançou na área para Aloísio. O artilheiro da equipe no Brasileirão apenas ajeitou para a chegada de Elsinho, que mal conseguiu dominar e já perdeu a posse de bola.
Presente no campo de ataque, o Figueirense acabou dando espaços demais para o contragolpe do Sport, atento às chances. Em uma dessas jogadas, aos 23 minutos do primeiro tempo, Gilsinho, que até momentos antes da partida era dúvida do técnico Sérgio Guedes, serviu Gilberto no meio da área. O atacante do Leão da Ilha do Retiro fez o domínio e concluiu no canto de Wilson para abrir o placar.
A partir do gol do Sport, o desânimo da torcida e dos jogadores do Figueirense ficou nítido, assim como a atuação abaixo do esperado do time catarinense. Com pressão dos visitantes, que chegaram perto do segundo gol com Cicinho, aos 40 minutos, a partida descambou para a tensão e discussão de adversários dentro de campo. O apito de encerramento do primeiro tempo por Héber Roberto Lopes evitou que a situação ficasse ainda mais delicada em Florianópolis.
Na etapa complementar, foi a vez do Figueirense ouvir bronca do técnico interino Fernando Gil e partir para o campo de ataque, enquanto o Sport se recuava cada vez mais. Aos 18 minutos, tamanha a pressão, não houve jeito de evitar o empate. Após cobrança de escanteio, o goleiro Saulo saiu muito mal de sua meta e acabou deixando espaços para que Júlio César, livre na área, estufasse suas redes e deixasse a contagem igualada no Orlando Scarpelli.
Nos minutos finais, as duas equipes deixaram de lado esquemas táticos e sistemas de marcação para buscarem o resultado positivo no jogo de suas vidas. Aos 32 minutos, o Sport teve duas chances de perigo em sequência, sendo a primeira com Cicinho em cobrança de falta e a outra com Diego Ivo, que se aproveitou do rebote para chutar rente à trave de Saulo. O Figueira também se animou na reta final da partida, mas não encontrou o caminho da permanência na elite.
Ficha do jogo
Figueirense
Wilson, Doriva (Clayton), Guti, Canuto e Helder (Guilherme Lazzaroni); Jackson, Claudinei, Elsinho e Bruno Nazário; Júlio Cesar e Aloísio. Técnico: Fernando Gil
Sport
Saulo, Cicinho, Ailson, Diego Ivo e Reinaldo; Toby, Rithelly, Hugo e Felipe Azevedo; Gilsinho (Moacir) e Gilberto (Henrique). Técnico: Sérgio Guedes
Estádio: Orlando Scarpelli. Ártbitro: Assistentes: Gols: Gilberto, Júlio César. Cartões amarelos: Elsinho (F), Gilsinho (S). Público e renda: não divulgados.
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
No Sport, jogadores pensam em chegar à última rodada livres do Z-4
Enquanto o técnico Sérgio Guedes projeta que a permanência do Sport na Série A só será definida na última rodada, quando o Rubro-negro enfrentará o Náutico, nos Aflitos, alguns jogadores planejam um final de campeonato menos emocionante. O atacante Felipe Azevedo é um dos que querem um fim de ano mais tranquilo no Leão.
- Meu pensamento é de que uma vitória contra o Figueirense será decisiva. Acredito que isso nos dará condição de decidir nos jogos dentro de casa (contra Botafogo e Fluminense) para chegar livres no clássico. Pois clássico é sempre complicado e eles (o Náutico) estão fazendo um ótimo campeonato em casa e não podemos desprezar isso.
O lateral-direito Cicinho acredita que o Náutico será o adversário mais difícil que o Sport terá pela frente.
- Creio que o jogo mais difícil será contra o Náutico, porque é um clássico. O Fluminense será mais tranquilo, pois poderá já ter conquistado o título. Porém não adianta você falar que esse será difícil e o outro será fácil. Temos que entrar com a mesma dedicação e fazer a nossa parte.
Guedes confirma Sport com três atacantes contra o Figueirense
Empolgado com o desempenho do Sport diante do Vasco, Sérgio Guedes parece realmente disposto a repetir a proposta no confronto com o Figueirense. O técnico, que treinou durante toda a semana com três atacantes, praticamente confirmou a escalação rubro-negra no 4-3-3. O comandante leonino, porém, resolveu fazer mistério sobre uma possível surpresa na estratégia.
A justificativa de Guedes é de que, alertados pelo bom desempenho rubro-negro na última rodada, os catarinenses possam tentar preparar uma surpresa. “O Vasco cedeu espaços porque apostou numa estratégia ofensiva. É possível que o Figueirense tente nos surpreender tentando aplicar uma proposta inversa: tentando nos anular, ao invés de agredir”, filosofou o treinador.
Apesar disso, o treinador dificilmente entrará com alguma novidade no confronto. Satisfeito com os desempenhos individuais nas últimas rodadas, Guedes deverá repetir a escalação do confronto com o Vasco: Saulo; Cicinho, Aílson, Diego Ivo e Reinaldo; Tobi, Rithely e Hugo; Gilsinho, Felipe Azevedo e Gilberto.
Se houver alguma mudança, será em nível tático. “O Figueirense tem três apoiadores, então se posiciona um pouco diferente do Vasco. Mas a tendência é que seja algo parecido com o último jogo”, despistou o treinador.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Guedes tem opções para mudar o time, mas deve manter escalação
Depois de conquistar uma excelente vitória por 3x0 sobre o Vasco no estádio de São Januário no Rio de Janeiro, o Sport só volta a entrar em campo pelo Campeonato Brasileiro da Série A as 17h30 (horário do Recife) do próximo domingo (11), pela 35ª rodada da competição. O adversário será o Figueirense e o confronto acontecerá no estádio Orlando Scarpelli em Florianópolis, capital catarinense.
Para este compromisso com o Figueira é provável que o técnico Sérgio Guedes mantenha a escalação que entrou em campo diante do Vasco. No entanto se quiser o comandante tem as opções de promover os retornos do goleiro Magrão e do lateral-esquerdo Renê. O primeiro está praticamente recuperado da lesão na coxa direita e o segundo está liberado para atuar após cumprir suspensão automática pelo terceiro cartão amarelo. É bom lembrar que Saulo e Reinaldo, substitutos de Magrão e Renê contra o Vasco, “deram conta do recado”.
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Olho neles:Sem conseguir livrar Figueirense da degola, Márcio Goiano é demitido
O técnico Márcio Goiano não comanda mais o Figueirense. O vice-presidente de futebol do clube, Vanderlei Silva, confirmou que o treinador não continua no comando da equipe até o final do ano e nem 2013. Na chegada do treinador, em 28 de agosto, ele ficaria até o Campeonato Catarinense do próximo ano - independentemente do desfecho do Campeonato Brasileiro. Mas a sequência de resultados negativos e o pouco êxito em conseguir afastar o time do rebaixamento pesaram.
Ele esteve por pouco mais de dois meses no comando do Figueirense. O treinador dos juniores Fernando Gil, no momento, assume a função. Quem sai junto de Goiano é o auxiliar técnico Benevan Ribeiro dos Santos. O outro auxiliar, Abel Ribeiro, continua no Figueira.Os diretores do clube fazem uma reunião nesta tarde para tratar do assunto, mas algumas situações já estão encaminhadas.
— Já estamos planejando o ano que vem, um novo trabalho e também com um novo treinador. Já contratamos um supervisor de futebol, que deve ser apresentado amanhã (terça-feira) – disse o vice-presidente de futebol.
O treinador comandou a equipe por 14 jogos nesta edição do Brasileirão e não conseguiu tirar o time da zona de rebaixamento em nenhuma rodada. Foi a segunda passagem de Márcio Goiano como treinador. A primeira foi em 2010, quando conseguiu no fim do ano o acesso à primeira divisão. No ano seguinte, foi demitido após perder a final do primeiro turno do Campeonato Catarinense para o Criciúma, por 1 a 0 no Scarpelli.
Márcio Goiano foi o quarto treinador do clube neste ano. O comando alvinegro começou com Branco. Entre a perda do título catarinense para o arquirrival Avaí e o início do Campeonato Brasileiro, o clube contratou Argel Fucks. Ele durou 10 partidas, sendo substituído por Hélio dos Anjos, que não conseguiu esboçar reação na tabela. No início do segundo turno, Márcio Goiano foi apresentado e teve a missão de tirar o time da zona de rebaixamento e também da lanterna do Brasileirão.
Quando chegou ao Figueirense, sua missão era de ter um aproveitamento próximo dos 55% para garantir que o time não fosse rebaixado. No entanto, nos 14 jogos conseguiu apenas 35,7%. O desempenho é de quatro vitórias, três empates e sete derrotas. A primeira delas no período de Goiano foi a virada por 2 a 1 com o Bahia (25ª rodada). Contra o Atlético-MG, no Independência, veio a mais dura: 6 a 0 com um show de Ronaldinho e companhia. A última foi no sábado, o 1 a 0 para o Flamengo, em Volta Redonda.
Sport paga 'bicho' gordo pela vitória e aumenta prêmio para próxima rodada
A vitória sobre o Vasco por 3 a 0 significou mais do que esperança de que o Sport consiga sair da zona de rebaixamento nesta reta final de Campeonato Brasileiro. A diretoria do clube pagará, pelo resultado em São Januário, no Rio de Janeiro, um bicho de R$ 8 mil por atleta relacionado, premiação semelhante a de clubes como o Flamengo, que deu R$ 10 mil para cada um que participou da vitória sobre o São Paulo, no Engenhão, por exemplo.
E, dependendo do desempenho da equipe, a situação pode ficar ainda melhor. Os três pontos contra o Figueirense no Orlando Scarpelli, no próximo domingo, valerão R$ 9 mil para cada jogador. Questionado sobre a premiação, o presidente do Sport, Gustavo Dubeux, preferiu não falar em valores, mas confirmou que haverá um pagamento "alto" pela vitória neste domingo. E ele espera gastar ainda mais.
- Temos uma premiação alta, progressiva, que se Deus quiser vamos pagar com o maior prazer.
O dirigente afirmou que teve uma reunião com o grupo para passar confiança e que tem plena convicção de que o Sport escapará do descenso.
- Não tenha dúvida, confio muito no nosso plantel, estava faltando encaixar. Depois do jogo contra o São Paulo tivemos uma reunião, passamos a confiança que nós temos neles. Então, essa vitória nos dá muita moral, temos uma batalha dura contra o Figueirense, cada jogo é uma guerra, e, se Deus quiser, vamos atingir o objetivo, que é sair dessa situação que o Sport não merece estar.
Sobre a atuação diante do Vasco, ele analisou que o time foi ofensivo, mesmo jogando fora de casa, e por isso foi premiado com o resultado. Ele defendeu que o Sport mantenha a postura agressiva também no Orlando Scarpelli.
- Precisamos é disso, ser ofensivos, não só em casa, mas fora também. Ganhamos por 3 a 0, mas poderíamos ter feito mais gols. Vamos crescer nessa reta final.
E, dependendo do desempenho da equipe, a situação pode ficar ainda melhor. Os três pontos contra o Figueirense no Orlando Scarpelli, no próximo domingo, valerão R$ 9 mil para cada jogador. Questionado sobre a premiação, o presidente do Sport, Gustavo Dubeux, preferiu não falar em valores, mas confirmou que haverá um pagamento "alto" pela vitória neste domingo. E ele espera gastar ainda mais.
- Temos uma premiação alta, progressiva, que se Deus quiser vamos pagar com o maior prazer.
O dirigente afirmou que teve uma reunião com o grupo para passar confiança e que tem plena convicção de que o Sport escapará do descenso.
- Não tenha dúvida, confio muito no nosso plantel, estava faltando encaixar. Depois do jogo contra o São Paulo tivemos uma reunião, passamos a confiança que nós temos neles. Então, essa vitória nos dá muita moral, temos uma batalha dura contra o Figueirense, cada jogo é uma guerra, e, se Deus quiser, vamos atingir o objetivo, que é sair dessa situação que o Sport não merece estar.
Sobre a atuação diante do Vasco, ele analisou que o time foi ofensivo, mesmo jogando fora de casa, e por isso foi premiado com o resultado. Ele defendeu que o Sport mantenha a postura agressiva também no Orlando Scarpelli.
- Precisamos é disso, ser ofensivos, não só em casa, mas fora também. Ganhamos por 3 a 0, mas poderíamos ter feito mais gols. Vamos crescer nessa reta final.
Felipe Azevedo quer nova vitória fora para decidir permanência na Ilha
Autor do primeiro gol da vitória por 3 a 0 sobre o Vasco, em São Januário, (vídeo ao lado) o atacante Felipe Azevedo projeta mais três pontos contra o Figueirense, no próximo domingo, no Orlando Scarpelli, para que o Sport possa decidir a permanência na Série A do Campeonato Brasileiro em casa. Curiosamente, após o time alvinegro, os pernambucanos terão dois outros rivais cariocas pela frente: Botafogo e Fluminense, com ambas as partidas na Ilha do Retiro. Na última rodada, a equipe enfrentará o Náutico, nos Aflitos.
- Hoje o nosso principal rival é o Bahia, que também faz dois jogos fora (contra a Portuguesa, neste domingo, e contra o Cruzeiro, na próxima semana). Então se conseguirmos vencer as duas fora e o Bahia tropeçar, vamos decidir em dois jogos em casa. Dependendo dos resultados, vamos sair dessa zona de rebaixamento, que é o objetivo - analisou o atacante.
Para Felipe, o grande pecado do Sport foi perder pontos importantes em casa, o que, na sua opinião, acaba tirando valor de bons resultados fora, pois acabam servindo apenas para compensar os pontos perdidos dentro da Ilha do Retiro.
- Sempre falo, derrota em casa é jogo perdido. Independente de vencer fora, se ganhássemos do São Paulo em casa, estaríamos fora da zona de rebaixamento. Então foi um jogo perdido, que não volta mais. Agora o pensamento é o Figueirense, para levarmos a decisão para casa.
O atacante destacou ainda o aspecto psicológico de vencer o Vasco em São Januário, por um placar de 3 a 0.
- É muito importante essa vitória, dá ânimo, dá mais coragem para a equipe para também conseguirmos um bom resultado lá em Florianópolis. A equipe vinha jogando bem, mas não conseguia fazer os gols e dessa vez fez os gols, soube segurar o resultado e vencer.
Guedes diz que tendência é manter três atacantes contra o Figueirense
Mesmo com o resultado expressivo diante do Vasco em São Januário e os anseios do presidente Gustavo Dubeux por um time ofensivo, sobre os quais falou abertamente após a partida de domingo, o técnico do Sport, Sérgio Guedes, ainda não sabe se manterá o esquema com três atacantes no Orlando Scarpelli. Para a próxima rodada, contra o Figueirense, ele preferiu manter o suspense, sob a justificativa de que "dependerá de como o adversário jogará".
Guedes, contudo, não escondeu que gostou do que viu e afirmou que a tendência é manter uma escalação mais ofensiva, até porque o Sport ainda amarga a zona de rebaixamento e precisa ultrapassar o Bahia para mudar essa condição. A distância é de quatro pontos.
- A tendência é a gente manter uma equipe agressiva, ofensiva. E precavida também, porque tem de haver equilíbrio. O fator determinante hoje foram os apoiadores. Não se enfiaram dentro da zaga, também não passaram toda hora, ou seja, entenderam o equilíbrio que a equipe precisa. A tranquilidade existe em função da boa participação, mas essa competição não dá tempo para muita tranquilidade não. O grupo precisa transpirar para fazer as coisas acontecerem.
No que depender do atacante Felipe Azevedo, autor do primeiro gol contra o Vasco, o esquema será mantido.
- Chegamos a jogar dessa forma dentro do campeonato, mas as coisas não encaixaram como a gente queria, mas dessa vez encaixou, os gols saíram naturalmente, então me senti muito bem. Gosto de jogar aberto, buscar mais a bola, acho que foi uma boa apresentação de toda a equipe.
Para o treinador, apesar de ter vencido o Vasco em seu estádio por 3 a 0, o placar poderia ter sido ainda maior.
- Aquilo que está sendo proposto está sendo feito. Não foi o jogo, foi a semana intensa, de entrega. A produção foi melhor, o número de chances de gol foi grande, fizemos três, mas poderíamos ter feito mais. Não oferecemos tanto a uma equipe forte como o Vasco, mantivemos a arquibancada fria, então por isso estou dizendo que os atletas foram muito competentes e merecedores dos elogios que estou fazendo agora.
Ele destacou ainda que é normal os jogadores festejarem um resultado como o deste domingo, já que terão folga nesta segunda-feira, mas que a partir de terça, o panorama é outro.
- Vamos comemorar, mas a partir de terça é trabalho, suor, dificuldade à vista, valorização do que foi feito aqui hoje, mas sabendo que isso significa que seremos mais cobrados dentro dos jogos. Precisamos oferecer mais e ter uma intensidade maior ainda.
O técnico fez questão de elogiar o papel exercido por Hugo e Cicinho na partida em São Januário. Ele havia pedido aos dois para assumirem o papel de líderes do grupo.
- Acho importante isso acontecer, porque eles têm de verdade uma liderança, queiram ou não. Foi muito positivo. O Hugo disse: 'Quero ser cobrado pelo que eu não faço, não pelo que faço'. Então eu disse que ele seria mais assistido, teria uma função de chamar a responsabilidade, e ele fez. Não só no jogo, no dia a dia. Eles têm uma história e precisam contar aos demais como construíram isso, para que os outros possam crescer com isso.
Guedes, contudo, não escondeu que gostou do que viu e afirmou que a tendência é manter uma escalação mais ofensiva, até porque o Sport ainda amarga a zona de rebaixamento e precisa ultrapassar o Bahia para mudar essa condição. A distância é de quatro pontos.
- A tendência é a gente manter uma equipe agressiva, ofensiva. E precavida também, porque tem de haver equilíbrio. O fator determinante hoje foram os apoiadores. Não se enfiaram dentro da zaga, também não passaram toda hora, ou seja, entenderam o equilíbrio que a equipe precisa. A tranquilidade existe em função da boa participação, mas essa competição não dá tempo para muita tranquilidade não. O grupo precisa transpirar para fazer as coisas acontecerem.
No que depender do atacante Felipe Azevedo, autor do primeiro gol contra o Vasco, o esquema será mantido.
- Chegamos a jogar dessa forma dentro do campeonato, mas as coisas não encaixaram como a gente queria, mas dessa vez encaixou, os gols saíram naturalmente, então me senti muito bem. Gosto de jogar aberto, buscar mais a bola, acho que foi uma boa apresentação de toda a equipe.
Para o treinador, apesar de ter vencido o Vasco em seu estádio por 3 a 0, o placar poderia ter sido ainda maior.
- Aquilo que está sendo proposto está sendo feito. Não foi o jogo, foi a semana intensa, de entrega. A produção foi melhor, o número de chances de gol foi grande, fizemos três, mas poderíamos ter feito mais. Não oferecemos tanto a uma equipe forte como o Vasco, mantivemos a arquibancada fria, então por isso estou dizendo que os atletas foram muito competentes e merecedores dos elogios que estou fazendo agora.
Ele destacou ainda que é normal os jogadores festejarem um resultado como o deste domingo, já que terão folga nesta segunda-feira, mas que a partir de terça, o panorama é outro.
- Vamos comemorar, mas a partir de terça é trabalho, suor, dificuldade à vista, valorização do que foi feito aqui hoje, mas sabendo que isso significa que seremos mais cobrados dentro dos jogos. Precisamos oferecer mais e ter uma intensidade maior ainda.
O técnico fez questão de elogiar o papel exercido por Hugo e Cicinho na partida em São Januário. Ele havia pedido aos dois para assumirem o papel de líderes do grupo.
- Acho importante isso acontecer, porque eles têm de verdade uma liderança, queiram ou não. Foi muito positivo. O Hugo disse: 'Quero ser cobrado pelo que eu não faço, não pelo que faço'. Então eu disse que ele seria mais assistido, teria uma função de chamar a responsabilidade, e ele fez. Não só no jogo, no dia a dia. Eles têm uma história e precisam contar aos demais como construíram isso, para que os outros possam crescer com isso.
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