quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
domingo, 13 de outubro de 2013
Bom momento de Aílson se reflete no desempenho defensivo do Sport
Poucos torcedores do Sport lembravam que o zagueiro Aílson, titular em boa parte da Série A do ano passado, ainda permanecia no elenco do Sport há algumas rodadas da Série B. O esquecimento se deu muito pelo fato de ele só ter estreado na última terça-feira, contra o Avaí. E apesar de estar fora de ritmo de jogo, agradou e muito ao técnico Geninho.
Mesmo com a derrota em Florianópolis, o camisa 13 do Sport fez um bom jogo em Florianópolis, além de uma partida excelente na vitória por 3 a 0 diante do Oeste, no último sábado. As boas atuações fizeram com que ele entrasse na briga direta por uma vaga no time titular, mesmo quando os companheiros de posição estiverem à disposição. Pereira, Oswaldo, Tobi e Vinícius Simon seguem machucados. Só por isso Aílson ganhou a chance de mostrar serviço.
- Fiquei muito satisfeito com o desempenho dele (Aílson). Assim que cheguei eu disse que queria todo mundo muito ligado porque ninguém sabia a hora que ia jogar. Precisava do grupo todo e o maior exemplo disso foi ele, que era o último da fila dos zagueiros e hoje está jogando e brigando muito forte por uma vaga entre os titulares - comentou o técnico Geninho.
Sempre tranquilo, Aílson nunca demonstrou insatisfação com a falta de oportunidade. Ele garante que procurou trabalhar mais ainda para que estivesse pronto no dia em que fosse acionado. Agora, completamente inserido de volta ao grupo, o zagueiro comemora o momento.
- Sempre que estive de fora eu procurei dar o meu máximo. Enfim, consegui dar a resposta agora. No primeiro jogo, a vitória não veio, mas contra o Oeste conseguimos os três pontos. Agora é dar sequência nessa briga pela vaga no time titular, mas sempre respeitando a decisão do técnico Geninho.
Defesa mais segura
Além de vencer o Oeste-SP, o Sport comemorou o fato de não ter tomado gols. Aliás, foi a primeira vez nesta Série B que o Leão sobreviveu a uma sequência de três jogos com apenas um gol sofrido (na derrota diante do Avaí por 1 a 0). Com Aílson, o sistema defensivo parece ter se ajustado.
- Futebol é isso. São onze jogadores de cada lado e ,quando algum setor não vai bem, o outro compensa. No jogo contra o Oeste, fomos muito bem no primeiro tempo, suportando muita pressão e, no segundo tempo, todo o time ajudou em um caráter mais ofensivo. Estamos melhorando, isso é nítido - diz o zagueiro Gabriel.
Ailson, que atuou ao lado de Gabriel no jogo contra o Oeste - no primeiro jogo da dupla - também comemorou o fato. Em 29 rodadas, apenas em oito o Sport não tomou gol.
- Levamos pressão demais do Oeste em um período de 15 a 20 minutos. Mas conseguimos suportar. Prova a nossa evolução como um todo. Não é só o sistema defensivo. Todo o time vem ajudando para que nós possamos suportar a pressão e atacar na hora certa.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Aílson ressurge no Sport e terá vaga na equipe titular que enfrenta o Avaí
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| Foto: Lucas Liausu |
Globoesporte.com
O time do Sport que enfrenta o Avaí nesta terça-feira, em Florianópolis, deve ter a entrada de um jogador que há muito tempo não veste a camisa rubro-negra. Titular em boa parte da temporada passada, o zagueiro Aílson ficou escanteado neste ano e agora tem a chance de retornar por conta das lesões de Vinícius Simon, Oswaldo e Pereira e a suspensão de Gabriel.
No tempo que ficou esquecido apenas treinando, Aílson garante que nunca baixou a guarda e sempre acreditou num retorno ao time titular. E a chance está aparecendo justamente com o técnico Geninho, que já tinha tentado a sua contratação para o Sport na temporada 2010.
- Ele já acompanhava o meu trabalho no Guarani e tive o privilégio de ser indicado por ele em 2010 para vir para o Sport. Infelizmente não deu certo, mas agora ele chegou e já conhece o meu trabalho. Independente disso sempre trabalhei muito e agora agradeço ao Geninho a oportunidade de poder estar voltando ao time.
A partida contra o Avaí marcará a estreia de Aílson nesta Série B do Campeonato Brasileiro. Sem jogar desde o dia 22 de maio, quando o Sport foi eliminado pelo ABC-RN na Copa do Brasil, ele garante que vai tentar se desdobrar na vontade para recuperar o ritmo de jogo.
- Estou bem fisicamente. Agora apenas o ritmo de jogo vai pegar um pouco, mas isso acontece com todo atleta. Vou procurar minimizar isso e igualar com vontade e determinação. Quando se está sem ritmo não pode faltar vontade.
Apesar de ter sido colocado em várias listas de dispensa nesta temporada, Aílson garante que nunca pensou em deixar a Ilha do Retiro.
- Estou muito feliz. Passava pela minha cabeça sair, mas não baixei a guarda nunca. Sempre trabalhei forte para voltar e ter a minha chance. Hoje estou próximo de compartilhar tudo isso.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Sob pressão, Pereira retorna à zaga
A última partida de Pereira pelo Sport foi contra o Paraná. Ele deixou a equipe após se machucar. Recuperado, agora está de volta. E com a missão de consertar o que vinha dando errado. Não promete milagres, no entanto.
Vinícius Simon ganha oportunidade em meio à pressão do Sport
Na busca por uma solidez para a zaga do Sport, o técnico Neco optou por um esquema com três zagueiros. A novidade foi a entrada de Vinícius Simon ao lado de Pereira e Tobi. O jogador foi uma indicação de Marcelo Martelotte, mas com ele só havia tido uma oportunidade, diante do Paraná, entrando durante o jogo. Pode ter, agora, sua primeira chance como titular.
Pode não ser o melhor momento para receber uma chance, mas Vinicius Simon não pensa nisso. Ele garante que está pronto para suportar a pressão, ainda mais porque esperava essa oportunidade há muito tempo. “Cabeça de jogador é pressão todo jogo. Não tem essa não. Se for mal tá fora, se for bem tem outra chance”, afirmou o zagueiro. “Vinha treinando forte e minha hora chegou. Agora é mostrar dentro de campo o que faço nos treinamentos”.
Para Vinícius, no atual momento do Sport, ele tem que procurar fazer o simples. Nada de inventar. “Futebol é treinamento. Você tem que entrar concentrado porque a fase está defiícil. Todo mundo está vendo. Temos que jogar o mais simples possível para tormar a confiança. Não pode inventar a essa altura do campeonato”, analisou.
Insatisfeito com desempenho da defesa, Magrão pede mudança de atitude no Sport
Magrão mal lembra quando tomou tantos gols numa mesma competição. Puxou pela memória e foi até 2009. Na Série A daquele ano, o Sport foi rebaixado. Não soube dizer quantos gols ao todo levou naquele campeonato, mas faz uma ressalva importante. "Mas ali era Série A, o nível era bem mais forte", disse.
A memória de Magrão está boa. Realmente, em 2009 ele levou tantos gols quanto agora. Por coincidência, na mesma 21ª rodada da Série A naquele ano, o Sport havia sofrido iguais 37 gols. Era, também, a defesa mais vazada da competição. Uma semelhança nada boa. O medo do goleiro é ter o mesmo fim. "Os números são muito altos. Se a gente não atentar para isso, a chance de seguir o mesmo caminho é o mesmo. Temos que mudar o mais rápido possível", afirmou.
O que Magrão pede é uma mudança de atitude. E garantiu que o grupo está ciente disso. "A gente sabe da responsabilidade que cada um tem na equipe. Diretoria, comissão técnica e jogadores. Mas é difícil. É ter atitude. Não adianta falar aqui mil e uma coisas se dentro de campo não transforma em atitude. O que está faltando na nossa equipe é a prática", analisou o goleiro.
E, na prática, Magrão não escondeu o que está levando à fragilidade defensiva da equipe. Deu sua visão tática do time. "Pelo que vejo ali atrás, a facilidade dos atacantes e dos meias adversários chegarem está fazendo com que os defensores fiquem expostos, o que leva a essa quantidade de gols que estamos sofrendo", contou o goleiro, que também procurou dar uma solução para o problema. "Nos jogos que tivemos uma marcação forte, começando lá na frente, facilitou lá trás. Quando não teve isso, os defensores ficaram sobrecarregados", completou.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Neco não poupa sistema defensivo do Sport: "Temos que corrigir isso"
Por SuperEsportes
Ficou claro no jogo e Neco não se omitiu. O principal problema do time, no momento, é o sistema defensivo. Os números comprovam. Com os quatro gols sofridos diante do ABC-RN, o Leão passou a ter a defesa mais vazada da Série B, com 37 gols sofridos. Consertar as falhas vistas não só nesta última partida, como em várias outras é o principal desafio do técnico, agora efetivado no comando do Leão.
Neco fez de tudo para medir as palavras. Evitou fazer críticas a jogadores específicos. Mas não escondeu a insatisfação com o sistema defensivo como um todo. "O setor defensivo do Sport é muito falho e nós temos que corrigir isso”, afirmou o treinador, tentando proteger o grupo ao mesmo tempo. “Não tem como citar um ou outro. É todo o setor defensivo."
Os gols sofridos diante do ABC não deixaram Neco nada satisfeito. O posicionamento dos jogadores foi bastante criticado pelo treinador. "Tivemos algumas chances no início, mas depois tomamos três gols de escanteio. São bolas de posicionamento que poderíamos ter evitado. Não podemos sofrer gols assim", analisou o técnico, que pede tempo para trabalhar. "Peço calma, porque temos dois jogos para reverter a situação", completou.
Com a derrota, o Sport caiu para a oitava colocação. E se há duas rodadas a equipe figurava no G4, hoje está a seis pontos do quarto colocado, o Joinville. Neco mostrou ciência da situação, mas pregou otimismo. E fez uma promessa. "O Sport vai se classificar para a Série A, pode ter certeza. Nunca peguei nada com facilidade. Mas vamos conseguir", declarou, pedindo frieza no momento. "A situação é preocupante, mas também se tivesse boa eu não estava aqui. Temos que encarar as dificuldades".
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Formada por Mateus e Gabriel, zaga quer evitar a estigma de erros do passado
Eram 18 minutos do segundo tempo quando a bola foi alçada à área do Sport. O volante Leandro se desprendeu da marcação de Mateus. De cabeça e livre na pequena área, ele ainda se agachou antes de colocar a bola para dentro do gol de Magrão. Falha clara diante do Sousa-PB. O lance, de imediato, remeteu aos torcedores leoninos o mau momento vivido pelo setor na reta final da Série A do ano passado. Uma sensação desagradável de déja vù, que a dupla de zaga rubro-negra espera não mais repetir.
Na realidade, a nova parceria defensiva, formada por Mateus e Gabriel, começou a temporada sob o olhar da desconfiança. Carregam o peso de concertar as falhas do rebaixamento do clube ao mesmo tempo em que tentam se conhecer em campo. Fizeram apenas o primeiro jogo juntos e, claro, ainda buscam o entrosamento diante do pouco tempo que tiveram para se ajustar durante a pré-temporada.
“Foi a primeira partida nossa. Temos que conversar bastante para acabar com esses erros. Não podemos tomar gols de bola parada. Esperamos que isso não aconteça nesse próximo jogo e a gente consiga vencer dentro de casa”, afirmou Mateus. “Gabriel é um excelente jogador. Temos conversado muito e vamos nos acertar”, acrescentou.
O desafio da parceria em não falhar agora passa a ser diante da torcida. Amanhã, o Sport entra em campo para encarar o Confiança, a partir das 21h15. Antes do jogo, os zagueiros tentam colocar a força da arquibancada da Ilha do Retiro como aliada. “Sei que a torcida do Sport é vibrante, insuportável para os adversários. Espero agora que seja da mesma forma de quando passei por aqui”, disse Gabriel. “Que não parem de nos apoiar”, finalizou.
Anselmo Ramon
No fim da noite surgiu a informação de que o Sport estaria perto de um acerto com o atacante Anselmo Ramon, atualmente no Cruzeiro. Segundo fonte ligada ao clube mineiro, ele não faria mais parte dos planos da Raposa, e teria sido liberado para negociar com outro clube. A diretoria do Sport, porém, nega qualquer contato com o atacante. Sabe-se, porém, que o interesse do Leão em um centroavante é real.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Defesa vem jogando contra
Saulo pula e encaixa a bola. De repente, o susto. Ela cai das mãos do goleiro. Lucas aproveita e vira o jogo para o São Paulo. Outro lance. Lucas recebe na entrada da área, cercado por três rubro-negros. Toca para Luis Fabiano e corre para receber mais à frente. O sistema defensivo do Leão para e o atacante entra sozinho na área para fazer o quarto gol Tricolor. As duas falhas mais recentes só tornam mais explícita a instabilidade da defesa do Sport. Um setor que não ajustou durante toda a temporada, mesmo com as seguidas mudanças, e agora “joga contra” o Leão na luta contra o rebaixamento.
Na realidade, a dificuldade do time rubro-negro em ajustar a defesa vem desde o Campeonato Pernambucano. E não foi resolvido pelos reforços. No começo do ano, chegaram Edcarlos e Bruno Aguiar. Os dois, porém, nunca foram unanimidade. Junto a ele, também faziam parte das opções do então técnico Mazola os remanescentes Montoya e Tobi. O primeiro foi dispensado. O segundo passou a atuar como primeiro volante com afastamento de Hamilton do elenco e ainda não conseguiu o mesmo rendimento na antiga posição.
Para a disputa do Brasileiro, novas contratações. Ailson e Diego Ivo aportaram na Ilha do Retiro. Um zagueiro experiente e uma aposta. Os dois também não convenceram. Desde então, os torcedores viram o setor passar por uma metamorfose constante. Várias duplas foram testadas. Nenhuma se firmou. E o Sport se encaminha para o final da temporada sem ter uma parceria definida no setor.
Números
A consequência do desacerto no sistema defensivo se reflete nos números. A diferença de quatro pontos para o Bahia poderia ser minimizada se os leoninos não tivessem sofrido tantos gols. Cada equipe marcou 32 na Série A, mas as defesas têm uma diferença gritante no aproveitamento defensivo. O Sport sofreu 53 gols e tem uma média 1,6 por partida, ficando com a terceira defesa mais vazada da competição. Já o Tricolor de Aço teve a rede balançada 16 vezes menos.
Para o técnico Sergio Guedes, os erros da equipe podem ser explicados pelo ansiedade em acertar. “Se as coisas não conspiram de uma maneira positiva, você precisa trabalhar mais. A gente sente que existe uma ansiedade muito grande, um certo nervosismo. Tudo isso acontece com a pressão por resultados. Mas, os jogadores precisam saber que isso está na conta. Vamos encontrar situações nas quais há possibilidade de reação. Não estou pensando no campeonato, mas no próximo jogo. Vamos analisar quais possibilidades a gente pode criar e vencer o Vasco.”



