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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Sob pressão, Pereira retorna à zaga

Por SuperEsportes 

O zagueiro Pereira deve voltar ao time do Sport na partida contra o Figueirense, neste sábado, na Ilha do Retiro. Retorna sob forte pressão. A cada rodada, a defesa recebe mais críticas. Com a má fase do time na Série B, o setor está no centro das atenções. A mínima falha não será tolerada.
A última partida de Pereira pelo Sport foi contra o Paraná. Ele deixou a equipe após se machucar. Recuperado, agora está de volta. E com a missão de consertar o que vinha dando errado. Não promete milagres, no entanto. 

O zagueiro valoriza o grupo e diz que a responsabilidade pelos erros não é de uma só peça. É do grupo. "Vejo futebol como uma equipe. Para mim, não existe o individual. Nosso time todo está desequilibrado. É inadmissível a quantidade de gols que sofremos. Mas é uma questão de equilíbrio", afirmou o zagueiro, insistindo. "Não tem Pereira, não tem Tobi e nem Thiago Silva se a equipe não estiver ajustada. Se fosse tênis, aré poderia falar. Mas futebol é um sistema". 

De fora nos últimos jogos, Pereira pôde observar detalhes que talvez não tivesse notado se estivesse em campo. E ele não esconde os erros que viu. "Somos uma equipe que está jogando longe, errando na saída de bola. Nossa defesa vive correndo para trás e quando isso acontece algo está errado", analisou. Pereira aponta a solução. Para ele, o time precisa jogar mais junto e principalmente se comunicar dentro de campo. "Temos que ter mais a posse de bola, jogar mais próximos. A hora de consertar isso é agora. Falta comunicação. Isso é visível. Precisamos conversar mais", comentou, dizendo, também, o que não falta no time. "Vontade, empenho e trabalho não faltam".

Vinícius Simon ganha oportunidade em meio à pressão do Sport

Na busca por uma solidez para a zaga do Sport, o técnico Neco optou por um esquema com três zagueiros. A novidade foi a entrada de Vinícius Simon ao lado de Pereira e Tobi. O jogador foi uma indicação de Marcelo Martelotte, mas com ele só havia tido uma oportunidade, diante do Paraná, entrando durante o jogo. Pode ter, agora, sua primeira chance como titular.

Pode não ser o melhor momento para receber uma chance, mas Vinicius Simon não pensa nisso. Ele garante que está pronto para suportar a pressão, ainda mais porque esperava essa oportunidade há muito tempo. “Cabeça de jogador é pressão todo jogo. Não tem essa não. Se for mal tá fora, se for bem tem outra chance”, afirmou o zagueiro. “Vinha treinando forte e minha hora chegou. Agora é mostrar dentro de campo o que faço nos treinamentos”.

Para Vinícius, no atual momento do Sport, ele tem que procurar fazer o simples. Nada de inventar. “Futebol é treinamento. Você tem que entrar concentrado porque a fase está defiícil. Todo mundo está vendo. Temos que jogar o mais simples possível para tormar a confiança. Não pode inventar a essa altura do campeonato”, analisou.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Precavido, Sport treina pênalti com presença do volante Marino


O Sport está precavido. Diante da possibilidade de decidir a vaga à semifinal da Copa do Nordeste nos pênaltis, o treinador Vadão deu a dez jogadores a missão de treinar cobranças. A movimentação aconteceu no gramado da Ilha do Retiro e foi realizada depois do tradicional recreativo com uma novidade.

Marino estava no grupo. O jogador sequer havia concentrado, mas tem a possibilidade fazer a primeira partida logo em uma decisão. O atleta está na disputa pela vaga de Rithely com Felipe Menezes. Durante a cobrança dos pênaltis, todos os jogadores tiveram bom aproveitamento.

O Sport precisa de uma vitória simples para passar de fase na Copa do Nordeste. Caso empate com gols, o time estará eliminado da competição.

Surpresa no treino e relacionado pela primeira vez, Marino se coloca à disposição

Foto: Brenno Costa
 Marino sequer havia sido relacionado e, de repente, depara-se com uma grande chance. Após participar do treino de cobranças de pênalti com o time considerado titular, ele se colocou na condição de mais forte candidato a jogar na vaga de Rithely - que está de fora da partida decisiva contra o Campinense, neste sábado, após sofrer uma contusão cerebral.

Apesar das pistas, Marino foi repetitivo durante a entrevista e, a todo momento, negou a condição de titular em respeito aos companheiros. Mais, especificamente, a Felipe Menezes, que ainda faz Vadão ter a única dúvida do time."Venho treinando e pegando ritmo junto com meus companheiros. Todo mundo que foi relacionado pode jogar", disse o atleta. "Mas o que o professor pedir eu vou dar o máximo para o Sport conseguir a classificação", acrescentou.

Perto da estreia, Marino espera poder se firmar com a camisa do Sport. Na sua apresentação, o jogador se recusou a bejar o escudo do time como os companheiros de profissão fazem rotineiramente. O motivo: só fará o gesto quando (se) virar ídolo. "Aqui é minha casa, o ganha pão da minha família. Eu vou dar meu máximo e, se beijar o escudo, ele vai ser bem beijado."

Com a entrada de Marino, o Sport mantém a estrutura tática da primeira partida com o Campinense. Na ocasião, porém, a equipe não conseguiu pressionar o adversário e acabou empatando em 0 a 0. Agora, o Leão da Ilha precisa vencer por diferença de um gol para passar de fase.