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| Rafael (à dir.) resolveu seguir os passos da pai Magrão na Ilha do Retiro (Foto: Elton de Castro) |
- Meu filho entrou no gol do Sport. Não era isso que eu queria, mas as circunstâncias do futebol fizeram com que ele virasse goleiro. Quando ele começou a brincar no gol, até pedi para ele tentar outra coisa, mas não deu certo. Perguntei se ele não queria outra posição, mas ele disse que era ruim na linha e só teria vaga no gol. Aí, não teve jeito.
Sem conseguir convencer o filho a mudar de posição, Magrão decidiu passar a incentivar Rafael. Mas demonstrou certo alívio com a escolha do seu filho mais velho, Lucas, de 13 anos.
- No começo, eu não queria que Rafael fosse goleiro, mas quando vi que era o que ele queria, passei a apoiar. Se for o que ele busca, tenho que incentivar. Mas meu outro filho é zagueiro e lateral, ainda bem.
Mesmo não gostando muito da escolha do filho, o goleiro não escondeu o orgulho ao falar das características de Rafael. Segundo o camisa 1, o Sport tem tudo para vivenciar a “dinastia” Magrão.
- Ele ainda é muito novo. Começou agora no Sub-13, mas vejo que tem condições de ser um bom goleiro. Pelo tamanho dele, certamente será bem maior que eu e isso é importante. Mas ainda é muito cedo para falar alguma coisa.

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